23
nov

O PLANTIO DE IGREJAS SAUDÁVEIS

Plantando igrejas que produzem frutos

Temos tido uma forte ênfase em plantio de igrejas. Uma vez que estamos em um período de transição, estabelecendo uma nova e dinâmica estrutura relacional na igreja que são os Pequenos Grupos, cabe analisarmos as melhores práticas de plantarmos igreja.   

Queremos produzir frutos. Devemos manter em mente que os frutos começam na raiz. As raízes geram frutos. Metade da árvore não pode ser vista, está embaixo da terra e é o que dá vida e saúde a árvore e possibilita a produção de frutos.

O desejo e alegria de ver a árvore repleta de frutos são tão intensos que corremos o risco de nos concentrarmos apenas naquilo que é visível. Investindo tempo e recursos cuidando da copa da árvore sem nos preocuparmos com a raiz.

Investir nos valores de viver em “pequenas comunidades que se multiplicam” é cuidar da raiz. É alimentar e pastorear o rebanho. É edificar a Igreja de Deus continuamente para que cresça na graça e cumpra a missão de discipular novas pessoas através da vida.

Estamos há anos na caminhada. Investimos na transição de uma igreja baseada em programas para uma igreja baseada em pessoas. Experimentamos que há um caminho melhor do que o convencional que percorríamos. Vemos uma igreja unida apaixonadamente pela salvação dos amigos e familiares não-crentes. Vemos um ministério compartilhado onde os líderes assumiram responsabilidades pastorais pelos membros de seus PGs. Vemos uma igreja mais ativa. Vemos líderes focados no desenvolvimento de pessoas. Vemos outras tantas bênçãos advindas da prática simples dos métodos evangelísticos de Cristo que estamos implantando.

Os frutos podem ser mais abundantes do que estão sendo. É certo que as árvores são mais produtivas e Deus quer nos dar mais e melhores resultados. Para isso, precisamos tirar os olhos daquilo que nos distrai (foco nos resultados) e investirmos mais, ou melhor, investirmos tudo no “Cumprimento da Missão” que é fazer discípulos dentro do modelo relacional que Jesus nos deixou. É possível que a falta de paciência e a busca por resultados imediatos contribua para que haja descontinuidade no processo de transição que estamos buscando.

Porém, uma vez que temos uma “visão” clara e muita vontade de chegarmos lá, não podemos mudar a nossa “missão”. Não podemos sair do foco de plantar, implementar, e consolidar os Pequenos Grupos em nossa Igreja. Nossas ações devem convergir para o alcance da “visão” que possuímos.

Ações não convergentes com a tarefa de discipular pessoas através das comunidades, podem trazer a Igreja: 1) Distração da “Visão” e consequente retrocesso; 2) Resultados não sustentáveis que contribuirão com a apostasia; 3) Resultados oriundos de pouca ou nenhuma participação dos membros no “Cumprimento da Missão” e, 4) Esforço dobrado ao se ter a necessidade de iniciar um processo de transição através de protótipo nas igrejas plantadas. Como essas igrejas serão novas e possuirão uma quantidade pequena de líderes, possivelmente serão as últimas a passarem pelo processo de transição o que redundará em maiores dificuldades para isso, pois os novos membros estarão, a cada ano, mais habituados à velha roupagem.    

Vamos plantar novas igrejas dentro da nova roupagem que estamos buscando. Não é prudente usar “vinho novo em odres velhos”. Menos prudente ainda é adquirirmos “vinho velho em odres velhos”. Plantar igrejas em comunidade nos dará resultados melhores e maiores. Teremos, a médio e longo prazo, igrejas multiplicadoras que se multiplicarão em igrejas multiplicadoras. 

O sucesso é garantido, pois, uma igreja saudável que se reproduz pode ser plantada mesmo sem o apoio de uma igreja mãe. O plantador pode abrir um Pequeno Grupo em uma casa e começar a alcançar os não-cristãos.

 

Benefícios de se plantar Igrejas saudáveis que se multiplicam

  1. As igrejas em Pequenos Grupos estão em posição única para alcançar a próxima geração para Cristo porque elas não estão interessadas em prédios e propriedades ou programas, mas em pessoas.
  2. Igrejas em Pequenos Grupos não exige um grande orçamento, uma grande área de terreno, prédios modernos ou programas mirabolantes.
  3. Há mais segurança no investimento financeiro, pois o templo é construído depois que a igreja foi plantada e estabelecida.
  4. As igrejas em Pequenos Grupos estão focadas na colheita. Possuem um forte potencial de evangelismo e discipulado.
  5. Os novos membros alcançados assimilam mais rapidamente os valores e princípios do Reino de Deus, pela prática desses valores no Pequeno Grupo.
  6. Há forte ênfase no treinamento de líderes que sejam capazes de treinar outros líderes.
  7. Ao invés de tirar as pessoas de suas casas para levá-las ao templo para assistir ao culto de uma a três vezes por semana, o Pequeno Grupo usa as casas para alcançar os bairros e a cidades para o Reino de Deus.
  8. Uma igreja plantada em Pequenos Grupos é ativa e multiplicadora. Após se estabelecer e ganhar maturidade (3 a 5 anos) se tornará uma igreja “mãe” estabelecendo outra(s) igreja(s) saudáveis em comunidade.
  9. Igrejas em Pequenos Grupos contribuem para que o índice de apostasia diminua drasticamente.
  10. Possibilita o cumprimento da “Grande Comissão” ao oferecer o ambiente ideal para o desenvolvimento e prática do discipulado.

 

Passos para plantar igrejas saudáveis que se multiplicam

A)  Em um bairro de um município já alcançado.

 

  1. O plantador abre um pequeno grupo em uma casa e começa a ganhar os não-cristãos.
  2. Cada membro do grupo é encorajado a conquistar seus amigos, parentes e vizinhos não cristãos para a comunhão do grupo, para Cristo e para o Reino de Deus.
  3. Os não-cristãos são ganhos para Cristo, treinados e enviados para liderarem seus próprios grupos.
  4. Quando ocorre a multiplicação, o plantador se torna o supervisor dos Pequenos Grupos filhos, cuidando e mentoreando os novos lideres.
  5. Quando houver três Pequenos Grupos (de 20 a 30 membros), começam os cultos de celebração semanal – que podem ser realizadas em um parque, casa, escola, prédio alugado ou prédio próprio. A congregação é organizada e o encontro semanal de edificação e comunhão no PG é mantido.
  6. Ao atingir o numero de 10 Pequenos Grupos (entre 70 a 100 membros), a  congregação passa a ser uma igreja organizada.
  7. Nessa época, a igreja envia um novo plantador de igreja com o seu Pequeno Grupo para plantar igreja em outro bairro. Isso poderá ocorrer entre 3 a 5 anos dependendo da quantidade de não-cristãos que forem sendo salvos.

 

B)   Em uma cidade não alcançada (Missão Global).

 

  1. O plantador muda com a sua família para a cidade a ser alcançada.
  2. Realiza com a sua família um encontro semanal de edificação e comunhão.
  3. Faz contato e intercede diariamente por aqueles com quem se relaciona.
  4. Serve a essas pessoas e conquista a confiança delas, desenvolvendo amizade.
  5. Atrai as pessoas para o encontro semanal do grupo.
  6. Discipula e instrui aqueles que vão sendo conquistados.
  7. Multiplica seu Pequeno Grupo enviando outro ou outros líderes para reproduzirem o que vivenciaram.
  8. Torna-se supervisor desses Pequenos Grupos.
  9. Ao alcançar o número de três Pequenos Grupos (de 20 a 30 membros), começam os cultos de celebração semanal – que podem ser realizadas em um parque, casa, escola, prédio alugado ou prédio próprio. A congregação é organizada e o encontro semanal de edificação e comunhão no PG é mantido.
  10. Se necessário – Semanas especiais de colheita são feitas em períodos estratégicos para conduzir pessoas à decisão

 

Perfil do plantador de igreja saudável que se multiplica

  1. Que tenha participado de um Pequeno grupo.
  2. Que tenha sido treinado/mentoreado como líder aprendiz dentro de um Pequeno Grupo ou protótipo.
  3. Que tenha liderado um Pequeno Grupo saudável.
  4. Que tenha multiplicado o grupo que liderou.
  5. Que tenha supervisionado novos líderes de Pequenos Grupos.
  6. Que tenha vida espiritual e compromisso com os valores do Reino de Deus.
  7. Que seja enviado para plantar uma nova igreja em Pequenos Grupos.

 

RESULTADOS MULTIPLICADORES

Os pequenos grupos são o lugar perfeito para desenvolver discípulos. Discípulos não são formados enquanto sentam nos bancos da igreja e assistem cultos e programas evangelísticos. Os Pequenos Grupos formam líderes voltados para a edificação, pastoreio, comunhão e discipulado de pessoas e prepara líderes que se multiplicam em outros líderes.

Cada igreja plantada em Pequeno Grupo levará de 03 a 05 anos para se consolidar e se tornar uma igreja mãe, multiplicando-se em outra igreja em Pequeno Grupo.

Ao planejarmos nossas ações de maneira concentrada e convergente, cada distrito estará em uma das fases de desenvolvimento e estabelecimento da visão. Como as igrejas em PG são igrejas multiplicadoras, teremos o resultado de um crescimento exponencial, resultado das primeiras igrejas plantadas em PG que estarão se multiplicando em outras igrejas multiplicadoras.

 

DESCRIÇÃO DE CADA FASE:

Preparo para o protótipo:

Fase em que o pastor imerge na visão de pequenos grupos preparando-se para realizar o protótipo em seu distrito.

Protótipo:

Fase em que o pastor e os líderes escolhidos vivenciam os valores de uma vida em comunidade preparando-se para liderarem os Pequenos Grupos.

Implantação:

Fase em que os líderes assumem a liderança dos seus grupos, atraem novos membros e se multiplicam.

Consolidação:

Fase em que pelo menos 80% dos membros estão em Pequenos Grupos e todo o planejamento da igreja gira em torno da edificação, pastoreio e discipulado de membros e novos membros.

Plantio de igreja em PG:

Fase em que a igreja consolidada em PG envia um ou mais PG(s) para iniciar uma nova congregação.

 

MANEIRAS DE PLANTAR UMA NOVA IGREJA EM PG

A nova igreja pode ser plantada através de um ou mais Pequenos Grupos que se desvinculam da igreja mãe e formam uma nova congregação. Esta nova igreja deve ser liderada por alguém que já supervisionou uma rede de Pequenos Grupos com sucesso. Cada PG dessa nova igreja deve possuir um líder e três líderes aprendizes preparados para assumir a liderança.

 

Plano opcional para plantio de igrejas convencionais

Os Distritos que estiverem iniciando o estabelecimento dos Pequenos Grupos e não forem plantar Igrejas em Pequenos Grupos, podem seguir o seguinte caminho:

 

  1. A igreja mãe fornece um grupo de líderes dispostos a migrar para a nova igreja a ser plantada em um bairro ainda não evangelizado.
  2. Este grupo se reúne por um primeiro período de contato (de 6 meses a 1 ano) fazendo trabalho de contato missionário ralacional com os vizinhos e amigos
  3. Após esse período de estabelecimento do grupo em uma casa, aluga-se um salão para as reuniões (cultos) – pode-se nesse período fazer semanas especiais de colheita ou de proclamação evangelística com esses interessados levantados durante o primeiro período de contato. O Campo pode optar em subsidiar o valor de aluguel neste primeiro ano.
  4. Caso o Campo opte em subsidiar as despesas financeiras no primeiro ano, o grupo deve ser estimulado a custear pelo menos 50% do valor do aluguel durante o segundo ano e custear todo o custo no terceiro ano de utilização do salão.

 Observações:

  1. O plantio desta nova igreja é feito enquanto, paralelamente, o pastor dá os passos necessários para a implantação dos Pequenos Grupos através do Protótipo.
  2. Nesse modelo não estaremos plantando igrejas em Pequenos Grupos, pois o grupo formado para o inicio da nova congregação não é um “Pequeno Grupo”.
  3. Essa igreja será ainda convencional, mas terá resultados melhores dos que os obtidos através de uma conferência pública que usa o trabalho apenas de obreiros bíblicos sem utilizar o membros envolvidos no evangelismo integrado.

 

Big abraço a todos

“Crescei e multiplicai” (Gn 1:28)

 Pr. Walmir Rosa

Coordenador de Pequenos Grupos da ASM – UCoB

23
nov

Os Pequenos Grupos e a restauração da comunhão

Os Pequenos Grupos e a restauração da comunhão

A igreja de Deus inicia por meio de um chamado. O chamado de Deus é diretamente proporcional à restauração que Ele oferece à raça caída. O ato de comer o fruto proibido no jardim do Éden representou a quebra da comunhão. O pecado fez separação entre nós e Deus (Is 59:1-2; Gn 3:9-10) e, consequentemente, entre nós e nosso próximo (Gn 3:7; 4:8-9). Adão se escondeu de Deus e também de Eva. A mulher fez o mesmo. A escolha de se vestir com folhas de figueira revelou a fragilidade da comunhão entre eles. Sentiram medo de se revelar. Foi a primeira vez que a humanidade usou máscaras para se relacionar.

Deus ofereceu Seu filho para salvar a humanidade do pecado. “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo. Não imputando aos homens os seus pecados, e nos confiou a palavra de reconciliação” (2 Co 5:19). O Senhor nos dá a reconciliação para nos salvar da quebra da comunhão. Em Cristo, vivemos em reconciliação com Deus e com os outros seres humanos.

A obra redentora de Cristo aponta para a restauração da comunhão, assim como o motivo de Seu retorno a esta Terra para nos buscar. Ele diz em João 14:1-3 que voltará para nos levar para Si mesmo, para que onde Ele estiver, estejamos nós também. A ênfase de Jesus não é o céu. O lugar que foi preparar é ao lado dEle, para sempre. Uma vez que todos estaremos ao lado de Jesus, estaremos também ao lado uns dos outros. Cristo oferecerá, por ocasião de seu retorno, a restauração completa e definitiva da comunhão.

Ao prometer voltar para nos buscar, Jesus não está, meramente, nos oferecendo o céu. Ele nos proporciona comunhão com Ele. Mesmo porque não foi o céu que a humanidade perdeu ao comer o fruto. Adão e Eva nunca moraram no céu. Eles perderam o Reino dos céus, ou seja, o Reino de Deus. É isso que Jesus nos oferece ao nos salvar do pecado.

Nossa esperança na volta de Jesus não se concentra no lugar celestial que vamos conhecer, mas, sim, no relacionamento íntimo que Cristo vai estabelecer. O conhecimento dessa realidade deve nos levar a tirar o foco do céu e a começar a viver os valores do Reino dos céus. O primeiro sermão de Jesus logo após o seu batismo foi: “Arrependei-vos porque está próximo o Reino dos céus” (Mt 4:17). Ele não disse: ”Arrependei-vos porque o céu está próximo”. O céu é um lugar, já o Reino dos céus, um estilo de vida; o céu é o futuro e o Reino dos céus é aqui e agora.

Hoje, Deus chama pessoas para sair do reino material, mundano, pecaminoso e egoísta em que habitam para viver no Reino de Deus. Ele as conclama a deixar os valores pessoais e adotar os valores de Deus; deixar os hábitos pecaminosos e adotar os hábitos do Reino; deixar de viver como o mundo para adotar um novo estilo de vida superior, espiritual, divino.

Abrão foi chamado para sair de seu reino particular, para deixar de viver para si mesmo, deixar de viver em seu reino humano, e viver segundo o que Deus lhe mostraria (Gn 12:1-4). Quando aceitamos fazer parte da igreja de Deus, somos chamados para sair de nossa zona de conforto, sair do mundo individualizado em que vivemos, sair do mundo egocêntrico em que fomos gerados, sair do mundo das trevas, do mundo da separação, para viver no mundo da comunhão.

Os chamados são enviados para testemunhar a todos o evangelho do Reino. “E este evangelho do Reino será pregado em testemunho a todas as nações” (Mt 24:14). Pregar o evangelho em testemunho significa evangelizar com a própria vida. Testemunhamos que Cristo salva ao viver como pessoas salvas da quebra da comunhão. Viver em comunidade é o grande testemunho do evangelho.

A mensagem de Mateus 24:14 e a grande comissão de Mateus 28:18-20 não são antagônicas. O evangelho é ensinado por meio do discipulado e o discipulado é realizado por meio do testemunho. Portanto, viver em comunidade discipulando pessoas para o Reino de Deus através do investimento da própria vida em outras vidas é o plano mestre de Cristo para salvar os perdidos.

Estar perdido é estar alienado da comunhão. Deus envia a comunidade para buscar os perdidos para o Seu Reino. Somente a comunidade é capaz de refletir a restauração da imagem e da semelhança de Deus no homem. O evangelho do Reino é a boa notícia da providência divina em restaurar na raça humana a Sua imagem perdida com o pecado. Pois “a luz do evangelho da glória de Cristo, é a imagem de Deus”. (2 Co 4:4).  A quebra da comunhão desfigurou a humanidade que foi criada para viver em comunidade, à semelhança da divindade. Mas, “em Cristo Jesus, vós que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto” (Ef 2:13).

Logo, levar a salvação aos perdidos é oferecer a eles a solução divina para a quebra da comunhão. Nessa perspectiva divina, todos os membros da igreja devem vivem em comunhão íntima com Deus e uns com os outros. Todos os membros da igreja são testemunhas, pois testemunhas são aqueles que viram e ouviram. O objetivo de testemunhar aos perdidos o evangelho que vivemos é que eles também vivam em comunhão conosco e com Deus (cf 1 Jo 1:3).

Há poder na comunidade, pois ela reflete a imagem restaurada de Deus nos homens e a maneira como viveremos para sempre no Reino eterno. Se viver em comunhão é a coisa mais preciosa para Deus, também deve ser para a igreja de Deus na Terra. No novo estilo de vida do Reino, a comunhão é o bem mais precioso entre aqueles que são chamados. É crucial amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. “Destes dois mandamentos depende toda a lei e os profetas” (Mt 22:37-40). Cada discípulo de Cristo, chamado para viver em comunhão íntima com Deus e com seus irmãos é enviado a fazer, por meio de sua vida, novos discípulos que vivem em comunhão.

11
jun

PG nas alturas

Os líderes de PG da Cohab, sairam da cidade no feriado de 1 de maio, para a Fazenda Toca do Ouriço (www.tocadoourico.com.br), o objetivo: estarem mais perto de Deus. O que os líderes não sabiam é como seria este encontro. Depois de passarmos um sábado abençoado após o jantar houve uma oficina e as 22h os líderes foram preparados com equipamentos de segurança. Eles estranharam tudo pois o coordenador Pr Fabricio não havia revelado ainda o que aconteceria. Foi quando entramos na mata e ai foi explicado como seria a vigília. Eles iriam participar de um dos melhores arvorismos do MS, à luz do luar, a 17 m de altura. Foram momentos de pura emoção e comunhão com Deus, de forma tão inusitada e maravilhosa. “Marcou profundamente nossas vidas” declarou Paulo Pescara, líder do PG Ués Luz, Cândida e Adelia, no outro dia ao verem onde estavam não acreditaram que realizaram tal feito e Vanilton confessou “eu tenho medo de altura só subi porque não via nada durante a noite”. Durante a vígilia oramos uns pelos outros e pelos membros de cada PG, cantamos e meditamos no poder criador de Deus. Francisco líder do PG Unidos com Cristo, voltou fortalecido.

Toca do Ouriço

Toca do Ouriço

02
set

Comunhão na Doutrina e no Partir do Pão

Na hora do boia

Na hora do boia

O dia 29 de agosto de 2009 foi inesquecível para os amigos do PG de Itaquirai e para os irmãos do Assentamento Sul Bonito.  Neste assentamento existe um grupo de 10 irmãos que se reúnem numa igreja de madeira construída há pouco tempo no sitio do irmão Moacir.  Como são poucos membros as necessidades são grandes, por isso, o PG de Itaquirai decidiu passar um sábado com estes irmãos.  Juntos louvamos, oramos, estudamos as escrituras.  Cada amigo que faz parte do grupo teve sua participação, seja na escola sabatina, no culto divino ou no JA.  A pregação da manha ficou a encargo da irmã Terezinha.  Após o culto, o dia não poderia ficar melhor, almoçamos todos juntos ao ar livre, de baixo das árvores.  foi uma alegria.  No programa da tarde alguns fizeram atividades que até então nunca tinham realizado.  Os irmãos ficaram satisfeitos com nossa presença e agora querem BIS.  O grupo volt0u encantado com a bela igreja que temos no sítio e com o fervor que este grupo de irmãos demonstrou.  Mesmo em poucos, não se cansam de falar do amor de Jesus.  Que Deus os abençoe e que nós também não nos cansemos de levar a esperança aos que necessitam.

PG de Itaquirai Visita a Grupo do Sul Bonito

PG de Itaquirai Visita a Igreja do Sul Bonito

02
set

Com a Mão na Massa!!!

Que delicia.  Após um sábado de ricas bençãos com os irmaos do Sul Bonito – Itaquirai, nosso PG se reuniu para literalmente “colocar a mão na massa”.  realizamos um deliciosa pizzada.  Foi um momento único, alegre e saboroso a cima de tudo.  O Ademir, com o titulo de membro mais participativo do nosso grupo não poderia  ficar na laterna, assumiu a liderança nas fatias de pizza.  Bom, como não sobrou nada, de uma olhadinha nas fotos e coma com os olhos.  rsr!!!! 

hum.  Que Delicia!!!

hum. Que Delicia!!!

com a mão na massa

com a mão na massa

Quando será a próxima ein???

02
set

PG de Itaquirai distribui cestas de alimentos

PG de Itaquirai distrubui cestas

PG de Itaquirai distrubui cestas

No último domingo de julho (dia 26) em um dia chuvoso e frio, alguns componentes do PG de Itaquirai sairam para entregar à algumas familias as cestas que todo grupo havia arrecadado.  Foi uma alegre ocasião onde partilhamos a fé nao por palavras, mas por ações.  Levamos nao apenas o pão material, mas aproveitando o momento, presenteamos as familias beneficiadas com o livro “Sinais de Esperança”.  Todos do grupo provaram o sabor de compartilhar o pouco que temos, com outros que possuem bem menos que nós.

20
ago

Festival de PG marca dois anos na caminhada

“Dois anos na caminhada” – parece pouco, mas foi o suficiente para que a igreja da Cohab pudesse agradecer a Deus por tantas bênçãos recebidas pela implantação dos Pequenos Grupos. Nestes dois anos a igreja levou ao batismo mais de 40 pessoas.

O Festival foi marcado por muitos momentos emocionantes, entre eles o batismo de Cintia, que disse nunca ter recebido tanto amor e carinho como no seu PG. Cada pequeno grupo preparou um vídeo para contar a sua história, bênçãos e ideais. Após a apresentação do vídeo, o grupo entrava com seus membros para apresentar o seu planejamento, cantar o seu hino e receber uma oração intercessória pelo seu crescimento e multiplicação. Neste dia aconteceu a multiplicação do PG “Entre Amigos” que nestes dois anos levou a Jesus mais de 7 pessoas.

O festival iniciou às 18h no domingo dia 16/08 e terminou com uma confraternização as 21:30. O coordenador dos Pequenos Grupos da ASM, pastor Walmir Rosa esteve presente falando sobre o perfil de uma igreja em pequenos grupos em comparação com uma igreja que ainda não experimentou viver em comunidades. O secretário do Campo, pastor Elieser Ramos também participou do Festival, pregando sobre a importância de celebrar as bênçãos e vitórias advindas do trono de Deus.  Deus seja louvado por estes 2 anos de caminhada. 

 

 

19
ago

Festa dos líderes – um dia de Criança

IMG_4854_410x307Pr Fabricio, Paulo, e Vanilto

 
Lideres felizes                                                 Pr Fabricio, Paulo, e Vanilto

No dia 16 de Agosto, os líderes dos pequenos grupos da igreja Cohab  em Campo Grande-MS, participaram de uma maravilhosa festa de comunhão, onde cada participante deveria se vestir e se comportar como se fosse uma criança. O pastor Fabricio desafiou cada líder a trazer um amigo. Entre os convidados estavam Dianny e Clodoaldo que confessaram que “está turma foi como um sol depois de uma tormenta”.

“Jesus disse: ‘quem não for como estes pequenos não pode ver o reino dos céus…’ foi muito bom brincar de escravos de Jó em um dia de criança” diz Márcia, uma das lideres, que afirma ser este o dia em que ela mais riu e brincou. Paulo que é bancário disse que a vida é muito séria e é preciso sorrir mais, brincar mais. Francisco de 61 anos com seu estilingue disse que ganhou uns anos de vida nesta noite.

Uma premiação cheia de brinquedos estava prometida ao participante que estivesse melhor caracterizado como criança. O Luciano (vestido de camisa azul e bermuda marron) foi o vencedor. Agradecemos a Deus por este dia tão feliz.

by Alberto Fabricio Novaes

 

08
ago

PG Que Transforma Vidas…

COMUNIDADE SAL DA TERRA

O Pequeno Grupo da Comunidade Sal da Terra, teve o seu início com o novo modelo  após o protótipo liderado pelo Pastor Walmir Rosa, na época pastor Distrital da Igreja Central de Dourados-MS, cujo um dos membros participantes era o irmão Harry Kapteinat, que após o protótipo passou a liderar este Pequeno Grupo.

O Pequeno Grupo cresceu rapidamente. Cresceu tanto que após um pouco mais de 01 (um) ano de existência , em 23 de fevereiro de 2009 houve a sua multiplicação para honra e glória de Deus.

O Pequeno Grupo Sal da Terra deu inicio após a multiplicação com um novo líder o irmão Hozéias (vice líder antes da multiplicação), em 06 de março de 2009  com  09 (nove) membros, e após apenas 05 meses, este Pequeno Grupo já esta com 27 participantes assíduos, sendo que destes, mais ou menos a metade são de não adventistas ou de pessoas que estão retornando a igreja, e alguns já se preparam para o batismo.

Comunidade Sal da Terra

Estes participantes do Pequeno Grupo são todos muito especiais, mas existe uma que é mais do que especial. Estamos falando de uma jovem senhora chamada Eliane Chiapetti. Ela ainda não é Adventista e conheceu o Pequeno Grupo, convidada pela irmã Terezinha.

A irmã Terezinha ficou sabendo que a Eliane estava desempregada e passando por muitas dificuldades. Começou a ajudá-la. Como não estava conseguindo pagar o aluguel do local onde morava, a irmã Terezinha a acolheu em sua casa e convidou-a para participar do Pequeno Grupo.

A Eliana em seu testemunho, diz que gostou tanto do Pequeno Grupo que não saberá mais viver sem ele. Hoje ela já não está mais morando com a irmã Terezinha. Ela conseguiu uma nova moradia.

Esta nova moradia fica distante do local das reuniões do Pequeno Grupo uns 03 (três) quilômetros. E a Eliane, não tem perdido nenhum dos encontros de sexta feira, bem como os encontros sociais, que em nossa programação são todos segundo finais de semana (sábado ou domingo) de cada mês, ela se faz presente.

O interessante disso tudo, é que a Eliane vem a pé para as reuniões e o que é mais importante ainda, ela tem uma criança que é o pequeno Guilherme Chiapetti de apenas 05 (cinco) anos que também participa e gosta das reuniões.

Antes de sabermos onde ela estava morando (na nova moradia), ela, por algumas vezes veio a pé para as reuniões, e quando voltava seu filhinho muitas vezes já estava dormindo, e ela então andava os 03 (três) quilômetros carregando a criança no colo sem que ninguém do grupo percebesse, e nunca ninguém a viu abrir a boca para reclamar ou murmurar da situação.

Quando descobrimos isso, rapidamente tomamos a decisão de dar carona para ela, para que a distância não atrapalhasse esse amor que ela sente por Deus e pela comunidade.

A Eliana, incansavelmente tem dito o que o Pequeno Grupo tem feito em sua vida. Ela diz que antes de conhecer o Pequeno Grupo, não tinha muita razão para viver. Mais agora, ela está muito feliz e muito mais Feliz ainda por ter conhecido um Jesus que até então não conhecia e que através do Pequeno Grupo lhe foi apresentado.

Ela não se cansa de agradecer a Deus por ter encontrado uma família tão maravilhosa que é a família do Pequeno Grupo. E já fala que irá se preparar  para o batismo e quando Jesus voltar quer encontrar-se com Ele, para que todos então morarmos juntos para sempre nas mansões celestiais.

E nós do Pequeno Grupo Sal da Terra, estamos imensamente grato a Deus pela oportunidade que estamos tendo de podermos ter experiências como esta. Esta é uma de muitas outras experiências que compartilhamos em cada reunião.

Queremos pedir aos nossos irmãos  espalhados por todo estado do Mato Grosso do Sul que orem a favor do nosso trabalho, para que Deus possa continuar nos abençoando para que possamos levar muitas outras pessoas aos pés de Cristo.

Hozéias Nascimento dos Santos

Líder do Pequeno Grupo Sal da Terra

by Renato Vitalino Gonçalves

04
ago

PG entra no tanque com batizando

Como resposta ao apelo, tomaram a decisão a tia Leninha e Carlos Nobrega

Como resposta ao apelo, tomaram a decisão a tia Leninha e Carlos Nobrega

Lucas Casati sendo batizado pelo seu genro Pr Fabricio

Lucas Casati sendo batizado pelo seu cunhado Pr. Fabricio

 O dia 7 de junho de 2009 foi um dia histórico para a igreja da Cohab (Campo Grande-MS), o casal Fabiana e Lucas membros do PG Entre Amigos, se emociounou e a igreja vibrou com a idéia dos lideres Luciano, Karine,  Junior e  Vanessa que  entraram no tanque surpreendendo a todos. Deus seja louvado pela festa. Esse batismo teve um significado especial para o pastor Fabricio, pois, a Fabiana é sua irmã. Este momento demonstra que o PG está presente nos momentos de alegria como também nos momentos de lutas.